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Jacson Montenegro Deputado Estadual · 10
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Frentes de trabalho

Propostas para a Bahia

Onze frentes, escritas em linguagem direta. Abra a que interessa a você — não é preciso ler tudo para entender o compromisso.

Frentes de trabalho

Saúde que chega perto

O problema raramente é falta de vontade de se cuidar — é a distância até o atendimento. Encurtar essa distância é a prioridade.

  • Fortalecer a atenção básica para resolver perto de casa o que não precisa de hospital.
  • Mutirões regionais permanentes de exames, consultas especializadas e cirurgias eletivas.
  • Apoio às santas casas e aos hospitais de pequeno porte que sustentam a rede no interior.
  • Transporte sanitário digno e regulado para quem precisa se deslocar para tratar.
  • Saúde mental como política pública, e não como assunto proibido.

Educação que abre portas

Escola pública boa é o instrumento mais eficiente de mobilidade social que existe. E precisa terminar com o jovem preparado para trabalhar ou seguir estudando.

  • Expansão do ensino técnico e profissionalizante integrado ao ensino médio.
  • Internet de verdade e laboratórios nas escolas estaduais, inclusive nas rurais.
  • Valorização da carreira docente e formação continuada com foco em sala de aula.
  • Programas de recomposição de aprendizagem em leitura e matemática.
  • Transporte escolar seguro e regular — sem isso, nada mais funciona.

Segurança com inteligência

Segurança não se resolve só com discurso duro. Resolve-se com dado, presença e integração — e cuidando de quem veste a farda.

  • Videomonitoramento integrado e uso de inteligência para agir onde o crime acontece.
  • Melhores condições de trabalho, equipamento e saúde para as forças de segurança.
  • Policiamento de proximidade em bairros e distritos hoje desassistidos.
  • Enfrentamento firme à violência contra a mulher, com rede de acolhimento funcionando.
  • Prevenção: esporte, cultura e primeiro emprego para a juventude em situação de risco.

Emprego, renda e quem empreende

Quem gera emprego na Bahia é, em boa parte, o pequeno negócio. Ele precisa de menos burocracia, crédito honesto e porta aberta no poder público.

  • Crédito acessível e desburocratizado para micro e pequenas empresas e para o MEI.
  • Qualificação profissional alinhada à vocação econômica de cada região.
  • Atração de investimentos com contrapartida clara de emprego local.
  • Apoio ao comércio de rua, à economia criativa e ao artesanato baiano.
  • Simplificação de licenças e prazos para abrir e manter um negócio.

Infraestrutura, água e mobilidade

Estrada ruim encarece a comida, atrasa o doente e afasta o investimento. Água e esgoto são saúde pública antes de serem obra.

  • Recuperação e manutenção permanente — não só na véspera da eleição — das rodovias estaduais.
  • Universalização do acesso à água tratada e avanço real no esgotamento sanitário.
  • Mobilidade urbana na Região Metropolitana e nas cidades-polo do interior.
  • Energia e conectividade no campo, para que a pessoa possa ficar na sua terra.
  • Estradas vicinais trafegáveis para escoar a produção familiar.

Mulher: proteção e autonomia

Proteção contra a violência e condições reais de independência financeira — as duas coisas caminham juntas.

  • Rede de acolhimento e atendimento especializado funcionando também no interior.
  • Linhas de crédito e capacitação para mulheres empreendedoras e chefes de família.
  • Ampliação de creches e de turno integral, para que a mãe possa trabalhar e estudar.
  • Prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo de útero.

Juventude: primeiro emprego e futuro

O jovem baiano não quer favor. Quer oportunidade — e um caminho claro entre a escola e o primeiro contracheque.

  • Programas de primeiro emprego, estágio e aprendizagem com empresas parceiras.
  • Formação em tecnologia e idiomas, com foco em quem mora longe da capital.
  • Apoio ao empreendedorismo jovem e à economia digital.
  • Esporte e cultura como política permanente, não como evento isolado.

Pessoa idosa e pessoa com deficiência

Respeito se mede no detalhe: fila, calçada, transporte, atendimento. É onde a dignidade se ganha ou se perde.

  • Atendimento prioritário que funcione de fato na rede pública de saúde.
  • Centros de convivência e atividades para envelhecimento ativo nos municípios.
  • Acessibilidade em prédios, transporte e serviços públicos estaduais.
  • Apoio à inclusão escolar e à qualificação profissional da pessoa com deficiência.
  • Combate firme à violência e ao abuso financeiro contra a pessoa idosa.

Campo, água e meio ambiente

A Bahia produz muito e convive com a seca. Dá para cuidar das duas coisas ao mesmo tempo, com técnica e sem ideologia.

  • Segurança hídrica: poços, cisternas, barragens e reúso onde a chuva não chega.
  • Assistência técnica e crédito para a agricultura familiar.
  • Regularização fundiária para dar segurança a quem planta.
  • Apoio à irrigação e à agroindústria que agrega valor dentro do estado.
  • Proteção da Caatinga, da Chapada e da Mata Atlântica com fiscalização séria.

Cultura, esporte e turismo

A cultura baiana é patrimônio e também é economia. Gera renda o ano inteiro quando é tratada com planejamento.

  • Fomento a artistas, mestres de cultura popular e produtores locais.
  • Calendário turístico do interior, e não só do litoral e do Carnaval.
  • Esporte de base com estrutura em bairros e distritos.
  • Qualificação de quem trabalha com turismo: pousadas, guias, gastronomia.

Gestão pública e transparência

Um mandato que não presta contas é um cheque em branco. Este não será.

  • Prestação de contas periódica das emendas e das ações, em linguagem simples.
  • Dados abertos sobre destinação de recursos e status de cada demanda recebida.
  • Canal permanente de atendimento aos municípios e às lideranças comunitárias.
  • Fiscalização de contratos e obras do Estado — inclusive quando incomoda.
  • Redução de burocracia que trava a vida do cidadão e do pequeno empresário.

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